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sábado, 29 de outubro de 2011

NO TRIBUNAL

Estas são frases retiradas do livro «Desordem no Tribunal». São coisas que realmente foram transcritas pelos em pleno trinbunal.

P: Qual é a data do seu aniversário ?
R: 15 de julho.
P: Que ano?
R: Todo os anos.

P: Essa doença, a "miastenia gravis", afeta sua memória?
R: Sim.
P: E de que modo ela afecta a sua memória?
R: Eu esqueço das coisas.
P: Você esquece... Pode dar-nos um exemplo de algo que você tenha esquecido?

P: Que idade tem o seu filho?
R: 38 ou 35, não me lembro.
P: Há quanto tempo é que ele mora consigo?
R: Há 45 anos.

P: Qual foi a primeira coisa que o seu marido disse quando acordou naquela manhã?
R: Ele disse, "Oh! onde estou, Berta?"
P: E porque é que você ficou chateada?
R: Porque qu chamo-me Susana...

P: O seu filho mais novo, ... o de 20 anos...
R: Sim?
P: Que idade é que ele tem?

P: Sobre esta fotografia sua... o senhor estava presente quando ela foi tirada?

P: Então, a data de concepção do seu bebé foi 8 de Agosto?
R: Sim, foi.
P: E o que é que você fez nesse dia?

P: Ela tinha 3 filhos, certo?
R: Certo.
P: Quantos eram meninos?
R: Nenhum.
P: E quantas eram meninas?

P: Sr. Wilson, porque é que o seu primeiro casamento acabou?
R: Por morte do cônjuge.
P: E por morte de qual cônjuge ele acabou?

P: Poderia descrever o suspeito?
R: Ele tinha estatura mediana e usava barba!
P: E era um homem ou uma mulher?

P: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
R: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...

P: Aqui no tribunal, para cada pergunta que eu lhe fizer, a sua resposta deve ser oral, ok? - Que escola você frequenta?
R: Oral.

P: Doutor, o senhor lembra-se a que horas é que começou a examinar o corpo da vítima?
R: Sim, a autópsia começou às 20:30!
P: E o sr. Dennis já estava morto a essa hora?
R: Não... Ele estava sentado na maca, a perguntar porque é que eu lhe estava a fazer uma autópsia.

P: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor verificou o pulso da vítima?
R: Não.
P: O senhor viu a pressão arterial?
R: Não.
P: O senhor viu a respiração?
R: Não.
P: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
R: Não.
P: Como é que o senhor pode ter essa certeza?
R: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
P: Mas ele poderia estar vivo, mesmo assim?
R: Sim, é possível que ele estivesse vivo e estivesse a exercer Direito em algum lugar!!

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